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A sociedade contemporânea, obcecada pela perfeição, busca cada vez mais um homem-máquina e isso se aplica também à memória humana, que é mutável e imperfeita. Esse artigo parte da noção de que toda narrativa é ficcional, pois todo relato é subjetivo e dependente da memória. O objetivo é analisar a relação entre o ideal maquínico pregado pela contemporaneidade e a impossibilidade existencial de uma narrativa não-ficcional. O artigo reflete, partindo do conceito de memória freudiana, sobre a ficcionalidade da narrativa jornalística, tida normalmente como não-ficcional. A metodologia de pesquisa foi revisão bibliográfica. Percebeu-se que o texto jornalístico é subjetivo tanto a partir da perspectiva das fontes como da do jornalista. A credibilidade jornalística se mantém, pois tem base na boa apuração e variedade de olhares, não na busca incansável pela verdade.
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