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A hesitação vacinal ganha espaço e força na internet, onde o movimento anti-vacina consegue se constituir. Ao acionar, muitas vezes de forma desvirtuada, conhecimentos científicos e não científicos para servir a seu propósito, esses grupos possuem o potencial de enganar e convencer indivíduos hesitantes. A partir desse contexto, busca-se compreender quais tipos de conhecimentos não científicos são acionados nestes ambientes e em que contexto. A pesquisa é realizada no grupo do Telegram “Infovac - Anti-Vacina”. Foi identificada uma atitude positiva em relação à medicina alternativa, cujos medicamentos e tratamentos são apresentados como alternativa à vacinação, prevenção a doenças e remediação de supostas sequelas vacinais. Foi identificada também uma adesão parcial à tese ideologizada de reposicionamento fármaco do Kit Covid.
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