Por uma transepistemologia feminista

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Resumo

Resumo: No presente texto vamos exercitar explicar-entender, ensinar-aprender, perguntar-refletir sobre ser mulher na Educação em 2023 e sobretudo a partir da atualização das leis prol trans/travesti diante do levante anti-trans encabeçado por frente conservadoras de direita e esquerda e como tais endereçamentos dialoga com mesmidades e cristalizações sociais amparadas pelo século passado. Para demonstrar nossa hipotese passamos por eventos recentes ao longo do texto e discutimos cânones da teoria feminista com Simone de Beauvoir. O Manifesto travesti também é um locus importante para a (des)construção de uma epistemologia feminista que estrela o antagônico viés da episteme pressuposta (SPIVAK, 2003), a masculinista, patriarcal e cujo patriopoder desenhou variados e amplos aspectos na cultura ocidentalizada. A experiência de vida e sua disposição social percebida e (d)escrita por uma mulher ainda não era percebida como “standpoint theory” (YORK, 2020). Se o próprio sexo, tido como materialidade corpórea ainda é pressuposto de gênero, que estaria relacionado aos processos de socialização, construção e desconstrução social, imagine desconectar três alargados da mente? A orientação sexual, o desejo e a identidade de gênero! Tudo isso dentro de nós e somente nós mesmos podendo acessar tais loci. Palavras-chave: Anti-trans; travesti; políticas anti-gênero na educação

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Instituições
  • 1 UERJ - FFP - Universidade do Estado do Rio de Janeiro
Eixo Temático
  • GT23 - Gênero, Sexualidade e Educação