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O aumento de mulheres nos espaços universitários, a partir da década de 1970, também foi acompanhado por relações desiguais, sexistas e por processos de discriminação, assédios sexuais e outros tipos de violências, nem sempre tão visíveis, que impactam na permanência das mulheres na educação superior. Assim, o objetivo deste estudo é mapear os mecanismos criados em universidades brasileiras para o enfrentamento do sexismo, da discriminação e das violências de gênero. É uma pesquisa qualitativa, do tipo exploratório, cujos dados foram coletados nos sites das Universidades Federais, no site de busca do google, com o uso de descritores sobre o tema e questionário elaborado no google forms e enviado à gestores das universidades. Os resultados apontam que 41 Universidades Federais possuem algum mecanismo de gênero voltado para a construção de relações equitativas ou de enfrentamento das violências, e que a ampliação dessas políticas tem ocorrido a partir do ano 2016, período em que se teve maior visibilidade dos abusos sexuais no interior das universidades Palavras-chave: Violência de gênero; Universidades; Mecanismos institucionais.
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