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Com o aumento da propagação de desinformação, e a distribuição não vertical de conteúdo, os jornalistas estão tornando-se fact-checkers, entregando à população uma verificação a respeito daquilo que está circulando na internet. Tendo isso em vista, este artigo visa explorar a estrutura das matérias de checagem de fatos do G1 #FATO ou #FAKE, que com frequência estão no primeiro resultado das buscas no Google. Para tal, são utilizados os conceitos de desinformação, fact-check e SEO. Através da análise, percebe-se que existe uma estrutura padrão replicada em todas as matérias, que funciona bem na lógica dos algoritmos. Entretanto, existem limitações a serem consideradas na própria teoria de base do fact-check, e este mesmo formato demonstra que pode contribuir para a recirculação da desinformação.
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