Jornalismo e interseccionalidade nos podcasts Angu de Grilo e Mamilos

Vol. 20, 2022 - 153902
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O objetivo deste artigo é identificar em que medida as interseccionalidades cruzam os podcasts Angu de Grilo e Mamilos. Colaboram para a análise a percepção dos tipos de fontes convidadas e os patrocínios dos programas. O corpus é formado por 40 episódios, sendo 13 do Angu e 27 do Mamilos. Observamos a apresentação escrita dos programas no serviço de streaming Spotify. A partir deste recorte, realizamos investigação em diálogo com a Roleta Interseccional de Carrera (2021). Nossas análises são costuradas por conceitos de interseccionalidade abordados por Bilge e Collins (2021), Crenshaw (1989 e 2002) e Gonzalez (2020). Beck (2021) e Zakaria (2021) contribuem para as interlocuções críticas ao feminismo branco. Observamos que a visão interseccional (e a ausência dela) no jornalismo pode contribuir para decisões editoriais, escolhas das fontes, angulação dos assuntos e até os patrocínios.

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Instituciones
  • 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ / Instituto de Cultura e Arte (ICA) / Programa de Pós-Graduação em Comunicação (PPGCOM-UFC)
Eje Temático
  • 5. Periodismo, género y cuestiones étnicas
Palabras Clave
Interseccionalidade
Podcast
Feminismos
mamilos
angu de grilo