REFLEXÕES SOBRE A EXPOSIÇÃO DIDÁTICA A PARTIR DE PRÁTICA FRUSTRADA NO ENSINO DE HISTÓRIA

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Resumo

No presente texto, espera-se lançar hipóteses sobre o comportamento do alunado e do professorado quanto ao tema da exposição didática. As presentes reflexões nascem da tentativa de manter o silêncio durante a aula de estágio curricular numa turma de sétimo ano do ensino fundamental. Nesse sentido, a frustração proporcionou uma experiência curiosa, em que estudantes executavam todas as atividades requisitadas, exceto fazer silêncio. Para dar conta desse tema, lançaremos mão de obras dos campos da Educação e do Ensino de História, desde grandes referências como Paulo Freire e Circe Bittencourt para fundamentar nossa interpretação, até textos tecnicistas como Doug Lemov e Joseph Lowman, para propor encaminhamentos concretos. Sintetiza-se daí a importância de estabelecer o diálogo a partir das necessidades e experiências das turmas, bem como a utilidade da exposição didática para o estímulo intelectual organizado e com as ênfases certas, de modo a incentivar a prática do exercício das informações históricas. Com essas ponderações espera-se levantar sugestões úteis ao ensino de História.

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Instituições
  • 1 Universidade Federal de Santa Maria
Eixo Temático
  • GRD 07. Desaprender e reaprender no ensino de história: a investigação da prática do(a) professor(a) como processo metaformativo – projetos, produtos e narrativas
Palavras-chave
exposição didática
ensino de História
relato de experiência