CORPOS DISSIDENTES AO LONGO DO TEMPO: “É NECESSÁRIO QUEBRAR OS PADRÕES”

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Resumo

Trazer para o palco da escola corpos dissidentes e suas narrativas, nos tempos atuais, é agir frente a onda de retrocessos sociais, políticos e econômicos que assola nosso pais. Não há dúvida que no contexto atual, corpos marcados por sexo, gênero e raça estão na linha de frente dos ataques conservadores. Neste sentido, este texto trata de uma aula, onde alunes são convidades a pensar o corpo biológico como uma linguagem política, marcado por sua historicidade. A partir dos estudos Queer e da Intersseccionalidade, somos convocades a pensar como corpos dissidentes foram tratados e posicionados ao longo da história. Este trabalho é fruto de reflexões que acontecem no Laboratório de Pesquisa, Estudos e Extensão em Gêneros, Sexualidades e Raça em Educação e Direitos Humanos (Ge-Ser) da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde visa-se a produção de material didático voltados as essas temáticas.

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Instituições
  • 1 UFRJ
Eixo Temático
  • GRD 26. Temas sensíveis e afetos no Ensino de História: pensando articulações possíveis
Palavras-chave
Corpo
Dissidência
Historicidade