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O presente trabalho corresponde ao primeiro capítulo da dissertação, ainda em construção, sobre a relação entre cinema e aprendizagem histórica. Compreende-se aqui a potencialidade do uso de filmes nas aulas de história, mas não de forma simplista ou superestimada, e sim como uma ferramenta que precisa dialogar com a realidade e levar em consideração vários fatores. Buscando discutir as possibilidades e limites que cercam a utilização de filmes nas aulas de história, o presente trabalho traz, inicialmente, uma abordagem sobre a consolidação do cinema como linguagem e artefato cultural ao longo do século XX. Adiante, são apresentados alguns dos principais pensadores e seus posicionamentos sobre a relação história e cinema, como Marc Ferro, Robert Rosenstone e Jorge Nóvoa. Em seguida, é colocada uma discussão sobre uma certa predominância da imagem na sociedade contemporânea e o corolário da necessidade de sua inserção no processo de ensino e aprendizagem. Nesse momento, é recorrido a contribuições de Circe Bittencourt, Helenice Rocha e José Alberto Baldissera. Por fim, A discussão concentra-se nas possibilidades e desafios que envolvem o uso de filmes nas aulas de história. Para isso, são recorridas às discussões de Marcos Napolitano, Monica Almeida Kornis e Éder Cristiano de Souza.
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