Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
O projeto História Nova do Brasil publicado em março de 1963 pelo MEC, tinha entre os seus ideólogos: Joel Rufino dos Santos, Mauricio Martins de Mello, Pedro de Alcântara Figueira, Pedro Celso Uchoa Cavalcanti Neto, Ruben Cesar Fernandes e Nélson Werneck Sodré. A coleção previa uma edição de dez volumes dos quais apenas cinco foram publicados, tendo a sua primeira edição suspensa assim que se instaurou o regime militar. Antes que a obra se concluísse, o Instituto Superior de Estudos Brasileiro (ISEB), do qual alguns dos autores eram membros, foi invadido e depredado, todas as monografias foram levadas, e muitas delas queimadas em praça publica. Tratando-se de um projeto singular dentro da historiografia brasileira, o que pretendo abordar nesta comunicação, é o fato dos autores do projeto estarem pensando uma nova identidade nacional no final da década de 1950, tendo o ensino de história como meio de identificação e transformação. Relembrando Benedict Anderson: “Todas as mudanças profundas na consciência, pela sua própria natureza, trazem consigo, amnésias típicas” (ANDERSON, 2008: 278), questiono: buscando construir uma nova identidade nacional, o que os autores dos manuais do Projeto História Nova do Brasil queriam lembrar e o que queriam esquecer?
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo