EDUCAÇÃO EM MUSEUS: A RELAÇÃO DO SUJEITO COM O OBJETO MUSEALIZADO

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Resumo

Este texto tem como objetivo apresentar um percurso investigativo que tem como eixo a questão da Educação em Museus. Desde já gostaria de ressaltar que este texto faz parte da escrita do texto de qualificação (mestrado) - Programa de Pós-graduação em Educação-UFJF. Andreas Huyssen, Mario Chagas, Regina Abreu, Francisco Régis Lopes Ramos são alguns dos autores de referência que utilizo para tratar da questão. O que há em comum no discurso desses autores, e que toca diretamente a minha questão investigativa, é que todos argumentam sobre o grande número de museus que vêm surgindo nas últimas décadas. Huyssen (2000) utiliza a expressão cultura de memória para argumentar sobre o momento que vivemos. De acordo com o autor o mundo está sendo musealizado o que está diretamente relacionado ao medo do esquecimento, ou seja, estamos buscando nos assegurar e a nossa memória do perigo do vazio, do esquecimento, da falta de referência. Assim, torna-se imprescindível refletir sobre algumas questões intrínsecas aos museus como: a profissionalização do campo e a sua dimensão educacional. Pensar a dimensão educativa pressupõe que nos atentemos para a relação do sujeito visitante com o objeto musealizado, ou seja, ao possibilitarmos que os objetos dentro do museu possam ser reconhecidos como “objetos símbolos” (Chagas, 2009) entendendo estes como mediadores entre o visível e o invisível, entre tempos diferentes e

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Instituições
  • 1 UFJF
Eixo Temático
  • GT 5 - Práticas de memória e ensino de História