A PRÁXIS E A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES: PERSPECTIVAS DA EDUCAÇÃO HISTÓRICA

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Resumo

A oposição entre trabalho manual e trabalho intelectual dentro da sociedade capitalista, geralmente está subordinada à contradição principal entre capital e trabalho. No entanto, explorar a ideia do professor como intelectual, que efetiva no seio da sociedade um trabalho essencialmente intelectual, ajuda a localizar a discussão e explorar as possibilidades de análise. Nesse sentido, Gonzáles (1984) oferece elementos que permitem essa discussão. A intenção do presente texto é realizar uma leitura das idéias de Gonzáles sobre o papel intelectual do professor, que efetiva trabalho intelectual quando adquire os meios intelectuais de produção. O campo empírico refere-se a análise do histórico do “Grupo Araucária” apresentado por (THEOBALD, 2007), e entrevistas da dissertação “A relação ensino e aprendizagem como práxis: a educação histórica e a formação de professores”, e compreende parte do estudo dessa investigação que envolveu sete dos quarenta professores de História da rede municipal de Araucária-PR. O objetivo foi identificar como os professores entendem e detectam a aprendizagem histórica. Os resultados das entrevistas foram analisados levando em consideração o trabalho intelectual dos professores no sentido da práxis (KOSIK, 1976), a teoria da consciência histórica (RÜSEN, 2001) e o referencial da educação histórica (SCHMIDT, 2010; 2011).

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Instituições
  • 1 UFPR
Eixo Temático
  • GT 4 - Educação Histórica
Palavras-chave
Professores de História
educação histórica
consciência histórica
humanização
práxis