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Neste trabalho enfatizaremos algumas das possibilidades de relação entre o ensino de história e as diretrizes nacionais para a educação do campo, enquanto política pública defendida pelos diversos movimentos sociais, dentre eles, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra — MST. Nesse sentido, os processos de formação política e pedagógica das escolas do campo estarão vinculados aos pescadores, ribeirinhos, quilombolas, acampados, assentados, caiçaras, entre outros sujeitos históricos e sociais envolvidos na luta pela construção da identidade, pessoal e coletiva, gerando conflitos de idéias e valores. As histórias de vida dos educadores/as e educandos/as, os aspectos culturais e a noção de memória poderão contribuir para ressignificar as relações sociais e a construção coletiva das escolas do campo, como espaços alternativos na produção dos saberes críticos e conscientes.
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