FORMAÇÃO DE PROFESSORES, IDENTIDADE E O ENSINO DE HISTORIA NO MST

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Resumo

A formação de professores militantes e a identidade do Sem Terra foram duas preocupações que marcaram fortemente a proposta educacional do MST !. Ao propor a vinculação entre a reforma agrária e a educação o Movimento buscou qualificar em seu discurso educacional a necessidade de um ensino “diferente” que visasse à construção de uma sociedade socialista. O qualificativo “diferente” se opõe áquilo que o MST denomina de “ensino tradicional”, ou seja, aquele pautado em processos de memorização de conteúdos desligados da prática social dos indivíduos. A formação de professores militantes desempenharia significativo papel no desenvolvimento do “ensino diferente”, na medida em que seu comprometimento político permitiria uma prática educativa voltada para a formação política dos Sem Terra e na produção da sua identidade social. A partir destes objetivos, o MST defende o que chama de Pedagogia do Movimento, na qual sintetiza sua concepção de educação e apresenta a compreensão do ensino de História como um espaço de formação para a militância?

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Eixo Temático
  • GT 3 - Historiografia, história da educação e do ensino