Para citar este trabalho use um dos padrões abaixo:
Alecrim, Cidade Alta, Petrópolis, Tirol, Rocas, Redinha e o poético bairro da Solidão. Coco, maxixe, boi calemba, pastoril, catimbó... Em passagem por Natal (entre dezembro de 1928 e janeiro de 1928) quando de sua “viagem de reconhecimento” ao nordeste brasileiro registrada no livro-diário O turista aprendiz, Mário de Andrade viu nas manifestações populares o grande patrimônio da capital potiguar. Este trabalho constitui-se, portanto, numa proposta de estudo de meio na qual alunos do ensino médio, seguindo as “trilhas literárias” do turista aprendiz, deverão lançar olhares diferenciados sobre a cidade, apresentando a partir desta experiência, continuidades, rupturas e os “atalhos” construídos por seus habitantes num caminho de invenções e ressignificações da cultura popular quase 80 anos depois. Neste sentido, perceber a dinamicidade do patrimônio cultural é, também, entender as disputas pela memória histórica da cidade.
Com ~200 mil publicações revisadas por pesquisadores do mundo todo, o Galoá impulsiona cientistas na descoberta de pesquisas de ponta por meio de nossa plataforma indexada.
Confira nossos produtos e como podemos ajudá-lo a dar mais alcance para sua pesquisa:
Esse proceedings é identificado por um DOI , para usar em citações ou referências bibliográficas. Atenção: este não é um DOI para o jornal e, como tal, não pode ser usado em Lattes para identificar um trabalho específico.
Verifique o link "Como citar" na página do trabalho, para ver como citar corretamente o artigo