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RENDIMENTO E QUALIDADE DE TORAS DE MAÇARANDUBA (Manilkara huberi (Ducke) Chevalier) EM UMA SERRARIA NO MUNICÍPIO DE MOJU-PA

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Por meio de estudos tecnológicos da madeira, torna-se possível aumentar o rendimento produtivo no setor madeireiro, trazendo benefícios não somente no contexto econômico, como também ambiental. O objetivo do trabalho foi avaliar o rendimento no desdobro de toras de Manilkara huberi (Ducke) Chevalier e realizar estudo comparativo com dados bibliográficos de outras serrarias existentes na região Amazônica. No total, foram analisadas 14 toras, distribuídas em duas classes diamétricas, apresentado 3 toras ocas na primeira classe e 4 toras ocas na segunda classe. O rendimento para toras analisadas foi de 38,22%, as médias dos rendimentos entre as classes diamétricas não diferiram-se estatisticamente a 95% de probabilidade, estando esses comportamentos de rendimentos relacionados a presença de ocos nas toras, tendo maior influência na segunda classe diamétrica, onde obteve-se um maior volume de oco, proporcionando menor rendimento Não houve diferença significativa entre as médias de rendimento nas duas classes diamétricas de toras analisadas, sendo de 38.11% e 38.31%, onde na maior classe diamétrica a incidência de oco nas toras influenciou no seu baixo rendimento. A serraria apresentou baixo rendimento no desdobro das toras de maçaranduba, não havendo diferença estatística entre os rendimentos das toras nas duas classes diamétricas, em que o volume de oco contribuiu para o baixo rendimento das toras, sendo maior na segunda classe diamétrica.