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GERMINAÇÃO E CRESCIMENTO DA PLANTA DANINHA Ipomoea grandifolia NA PRESENÇA DA FRAÇÃO ACETATO DE ETILA DA ESPÉCIE GMP29

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O uso de espécies forrageiras no campo tem mostrado uma significativa redução de plantas daninhas, levando a um menor gasto com uso de herbicidas e a consequente minimização dos impactos ambientais, além de que a palhada seca sobre o solo melhora as características físicas, químicas e biológicas do mesmo. A presença de invasoras leva a perdas significativas nas culturas de interesse econômico. Estudos revelam que as substâncias (aleloquímicos) liberadas pela cobertura morta, agem estimulando ou inibindo a germinação e o crescimento de espécies invasoras. Dessa forma, a identificação da natureza química dos compostos ativos presentes nessas plantas fornecem subsídios para obtenção de possíveis herbicidas naturais. Todavia, o objetivo deste trabalho consistiu em analisar o efeito da fração acetato de etila da palhada codificada por GMP29 sobre a germinação e crescimento da planta daninha Ipomoea grandifolia, popularmente conhecida como corda-de-viola, uma invasora altamente prejudicial às culturas anuais. A espécie GMP29 foi plantada na Fazenda Experimental de Iguatemi da Universidade Estadual de Maringá, após coletada, seca e triturada foi realizada a partição líquido-líquido no Laboratório de Química Orgânica e Produtos Naturais da UEM para obtenção das frações e a avaliação do potencial alelopático foi conduzida no Laboratório de Oxidações Biológicas também da UEM.