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Resumo

O imidacloprida é um inseticida neonicotinóide sintético, amplamente utilizado na agricultura para controlar pragas em culturas como batatas, tomates, maçãs e alface [1]. Este agroquímico é persistente em sistemas aquáticos, apresentando riscos neurotóxicos para humanos e vida selvagem não-alvo, especialmente abelhas e outros polinizadores [2]. Sensores eletroquímicos apresentam uma alternativa eficiente, oferecendo alta sensibilidade, seletividade e resposta rápida [3]. Este estudo teve como objetivo desenvolver um novo sensor eletroquímico, utilizando um eletrodo de carbono vítreo modificado com nanopartículas de cobre (GCE/CuNPs), para a determinação de imidacloprida em amostras ambientais. Os resultados indicaram que o GCE/CuNPs possui uma superfície porosa e rugosa, favorecendo a adsorção eletroquímica de espécies químicas na interface eletrodo/solução. A incorporação de nanopartículas de cobre aumentou a sensibilidade do sensor, que demonstrou alta sensibilidade e seletividade na detecção de imidacloprida, com um limite de detecção de 10,8 nmol L-1 e uma faixa linear de 0,059 a 0,516 µmol L-1, evidenciando sua excelente capacidade analítica em amostras ambientais como águas de torneira, rio e subterrânea.

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Instituições
  • 1 Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ
  • 2 Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)
  • 3 Ufrj
  • 4 Departamento de Química Analítica, Instituto de Química, UFRJ
  • 5 Universidade Presbiteriana Mackenzie
  • 6 Universidade Federal do Rio de Janeiro
Eixo Temático
  • Sensores e Biossensores Eletroquímicos
Palavras-chave
Sensores
Imidacloprida
Nanopartículas de cobre
Amostras ambientais
Pesticida