ABEH: MEMÓRIAS DE UM COMUM COMO PRÁTICA POLÍTICA

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Este artigo possui como objetivo mostrar como as memórias sobre a criação da Associação Brasileira de Ensino de História, ABEH, apresentam sentidos de ações de um comum como prática política. A História de criação da ABEH ainda carece de ser contada, mas já se sabe do seu caráter dissidente da ANPUH e, paradoxalmente imbricada especialmente com o atual GT Educação e Ensino de História. Utilizamos da Análise de Conteúdo em Bardin (2010) para a interpretação das memórias coletadas na pesquisa “Histórias de Vidas e Memórias de pesquisadoras/es do campo do Ensino de História”, com recorte temporal de 1980 a 2000 que estão publicadas no acervo do Museu da Pessoa. Fundamentadas no conceito “comum” em Laval; Dardot, (2021) as interpretações aqui empreendidas compreendem a emergência de um “sujeito coletivo” na Associação Brasileira de Ensino de História. São memórias que registram um conjunto de ações que criam um “sujeito coletivo” ao mesmo tempo em que destaca as diferenças daquelas que o compõe. Destaca-se, portanto, que algumas práticas do comum sustentam o Ensino de História como campo de pesquisa, um princípio político praticado, como a defesa da escola, da sala de aula e das/os docentes como produtoras de conhecimento.

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Instituições
  • 1 UNIVILLE
Eixo Temático
  • GPD 02 – Narrativas em Rede: Espaços Conectados e os Novos Horizontes do Ensino de História
Palavras-chave
Memória
Ensino de História
Comum
ABEH