Jornalismo como drible: estratégias insurgentes e silenciosas na revalorização do campo

Vol. 21, 2023 - 165948
Sessão Coordenada
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Resumo

Exercido dentro de um ambiente no qual uma estrutura colonial ainda se apresenta de maneira intensa, muitas vezes localizada dentro do discurso da objetividade e neutralidade, o jornalismo precisa se reposicionar para alcançar sua natureza transformadora. Entendemos que esse reposicionamento pode se dar através do drible, o operador de uma sensibilidade hacker que se dá para além do uso de tecnologias físicas. Nesse movimento, de base negra, popular e periférica, do desvio do corpo, da ação muitas vezes silenciosa, o fazer-pensar se articulam simultaneamente. Seguindo pensadores como Allan da Rosa, trata-se de um jornalismo driblado e insurgente que nos ajuda a superar dizibilidades e visibilidades tacanhas, sendo possível não somente em redações/veículos autointituladas independentes, mas ainda em veículos nos quais as regras coloniais são mais evidentes.

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Instituições
  • 1 UFPE Universidade Federal de Pernambuco / Universidade Federal de Pernambuco
  • 2 Universidade Federal Fluminense
Eixo Temático
  • SC - Jornalismos para além do jornalismo
Palavras-chave
Jornalismo; Decolonialidade; sensibilidade hacker; drible; Posicionamento