A CENTRALIDADE DO ESG: A Reação do Capital às Crises Climáticas

Vol.2 2025 - 323487
10° Encontro de Grupos de Trabalho de Pós-Graduação
Favoritar este trabalho
Como citar esse trabalho?
Resumo

O presente artigo expõe a atual ascensão do ESG (Environmental, Social and Governance) como um símbolo publicitário da reação promovida pelo capital às mudanças climáticas. Para qualificar o ESG como um símbolo do capital em nosso tempo, a primeira parte do artigo retoma a forma da construção simbólica do homem embasada nos conceitos de biosfera, noosfera e semiosfera de Edgard Morin (1975) e Yuri Lotman (1999), e na construção da experiência semiótica com base nas três categorias peirceanas. O crescimento do interesse pelo ESG rumo à centralidade na semiosfera é demonstrado na segunda parte do artigo pelo aumento recente do volume de buscas pelo termo no Brasil, de acordo com a ferramenta Google Trends. Comparamos a ascensão do ESG à busca no país por outros termos associados a mudanças climáticas, como “aquecimento global” e "sustentabilidade". Concluímos que o fato de o ESG estar em ascensão reflete que a reação às ameaças climáticas pode ser uma resposta tardia do capital.

Compartilhe suas ideias ou dúvidas com os autores!

Sabia que o maior estímulo no desenvolvimento científico e cultural é a curiosidade? Deixe seus questionamentos ou sugestões para o autor!

Faça login para interagir

Tem uma dúvida ou sugestão? Compartilhe seu feedback com os autores!

Instituições
  • 1 ESPM-SP
Eixo Temático
  • GT 6 – CONSUMO, LITERATURA E ESTÉTICAS MIDIÁTICAS
Palavras-chave
ESG
discurso publicitário
semiosfera
capitaloceno