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INTRODUÇÃO: A malária é uma doença infecciosa e parasitária, atualmente mais frequente nas regiões em desenvolvimento, causada por parasitas do gênero Plasmodium, transmitida por mosquitos do gênero Anopheles ou popularmente conhecido como mosquito prego. O estado do Piauí faz fronteira com a região amazônica, no entanto não é endêmico para a malária. OBJETIVOS: Determinar a situação epidemiológica da malária no estado do Piauí. MÉTODOS: Trata-se de um estudo epidemiológico descritivo, exploratório, de abordagem quantitativa. A base de dados utilizada foi o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN), disponibilizados pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS), entre os anos de 2016 a 2021. Foram analisados: ano, município de notificação, raça, sexo, faixa etária e resultado parasitológico. Os dados utilizados na elaboração desta pesquisa são de acesso livre, o que justifica a ausência do parecer do Comitê de Ética em Pesquisa. RESULTADOS: Entre 2016 e 2021 foram confirmados 61 casos notificados no sistema de informação de agravos de notificação – Piauí. Destes, o ano com maior notificação foi o ano de 2019. Das características do perfil relacionadas pelo estudo sobre a ocorrência da malária no estado do Piauí, aponta que os casos mais frequentes foram do sexo masculino (88,52%), de raça parda (62,29%) , confirmados o Plasmodium vivax em (81,96%). Quanto os municípios de notificação, as cidades de Teresina e Luzilândia correspondem a 65,57?s notificações totais do estado, e a faixa etária mais prevalente foi entre 20 à 59 anos (90,16%). CONCLUSÃO: Conclui-se que a prevalência de notificações ocorreu no ano de 2019, no qual cidades de Teresina e Luzilândia apresentaram o maior número. Predominando o sexo masculino, a cor parda, e idade entre 20 à 59 anos, com resultado parasitológico referente à espécie P. Vivax. Os resultados do estudo, contribui para o diagnóstico situacional, podendo auxiliar os gestores da saúde sobre o planejamento e reformulação de estratégias de prevenção e tratamento de Malária.
Referências1. Andrade BB. Identificação de potenciais determinantes imunológicos de gravidade da malária humana, Tese de doutorado, Pós-Graduação em Patologia Humana. Universidade Federal da Bahia. Fundação Osvaldo Cruz 2010;160 2. Barata RC. Malária no Brasil: Panorama Epidemiológico na última década. Caderno de Saúde Pública 1995; 11:128-136. 3. Bargieri DY. Seleção e desenvolvimento de adjuvantes para uso em imunizações com proteínas recombinantes de Plasmodium, Tese de doutorado em Ciências, Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo. 2009. 4. Da Silva NS. Epidemiologia da malária: incidência, distribuição espacial e fatores de risco em uma coorte rural amazônica. Tese de Doutorado. Universidade de São Paulo 2011: 332. 5. DATASUS. [banco de dados na intenet] Ministério da saúde. Informações de Saúde Tabnet. 2013. 6. FUNASA. Fundação Nacional de Saúde. Guia de Vigilância Epidemiológica. Brasília. 2002. p. 493-903. 7. Ministério da Saúde. Secretari
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