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Acidentes petrolíferos causam uma elevada toxicidade na fauna e na flora marinhas, o que requer a contenção dos hidrocarbonetos por agentes denominados de biossurfactantes. O trabalho, pois, apresenta o scale up, de frascos de Erlenmeyer para um biorreator de 50 L, da produção do surfactante de Candida guilliermondii cultivada em 4,0% de milhocina, 2,5% de melaço e 2,5% de óleo de soja. Este tensoativo foi submetido ao sorbato com e sem vapor fluente e à tindalização fracionada, sendo verificadas as propriedades surfactantes em condições de pH, salinidade e aquecimento durante 120 dias. A melhor conservação foi a de sorbato com vapor com tensão superficial mínima de 27,64 mN/m, emulsões de 100,0% e dispersão máxima de 92,9%. A estimativa do custo, todavia, indicou a redução de 10,6% dos gastos sob sorbato sem o vapor com propriedades similares. Logo, o biossurfactante produzido em reator deve ser mantido com sorbato e sem vapor para melhor remediar áreas contaminadas por petróleo.