O discurso educacional e a propagação de (pre) conceitos
O discurso educacional empregado nas salas de aula, pelos professores, são responsáveis por grande parte da formação das crianças em sua fase de formação cognitiva, principalmente, nas fases iniciais do ensino formal. Isso ocorre por que o professor, na escola, é o modelo de adulto que a criança tem referência, e nele se espelhará muitas vezes. Por isso, a responsabilidade do professor de educação infantil e das séries iniciais são decisivos durante toda a carreira acadêmica da criança de sua formação da cidadania, claro que os pais têm maior responsabilidade nesse processo, porém não é possível ignorar a ação dos professores nesse processo, mas quanto a isso, será necessário um outro momento para discutir. Dito isso, o objetivo desta comunicação é promover um debate acerca dos discursos educacionais como formador de conceitos a partir de dois textos literários, a saber “A menina Vitória”, de 1965, escrito pelo angolano Arnaldo Santos, e “A menina do lápis de cor, de Silvana Martins. Como base teórica, a justificativa se dá pela aplicação das leis 10,639, de 2003, e à 11.645, de 2008, e pelas questões de linguagem trabalhadas por Munanga (2004), Celani (2005) e Amossy (2005).