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Durante a lavra do primeiro VRM secundário da mina Link 2, em Aripuanã/MT, registrou-se um colapso de teto após o último desmonte planejado. A retroanálise apontou como principais fatores a ampliação do vão de teto e a exposição lateral de pastefill. Com base nesses resultados, foi desenvolvida uma matriz de risco para VRMs secundários, quantificando a estabilidade dos realces pelos fatores raio hidráulico (FRH) e exposição de pasta (FEP). Para ambos foram definidos limites não tolerável e de atenção, sendo utilizada para FRH a metodologia de Mawdesley et al. (2001), que estima a probabilidade de estabilidade de um realce, e para FEP considera-se uma relação entre o número de paredes expostas e a metragem de exposição lateral. A matriz integra a classificação de risco a ações de mitigação, como divisão de blocos, reforço de contenções e monitoramentos específicos, permitindo avaliar riscos ainda no planejamento, reduzir instabilidades de forma prática e otimizar a tomada de decisão na gestão de riscos geotécnicos de minas subterrâneas.
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