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Tecnologia Assistiva: a vez e a voz dos alunos com deficiência física

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O estudo relata a experiência vivenciada na Fundação Municipal de Educação de Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, onde a primeira autora é responsável pela Oficina de Tecnologia Assistiva (TA). As demais autoras são colaboradoras/ pesquisadoras. As atividades desenvolvidas na Oficina envolvem a produção de materiais pedagógicos da TA, acessíveis aos alunos com deficiências diversas.
Os 112 materiais produzidos no período abril/2013 a abril/2014 foram utilizados especificamente na intervenção pedagógica dos alunos com deficiência física, resultando em maior autonomia nas atividades de apontar o lápis, recortar, pintar, escrever e comunicar.
Estas ações propiciaram a construção de diversos saberes e o resgate da autoestima desses alunos. O diálogo com as teóricas Pelosi (2010) e Dominick (2014) fundamentaram as reflexões sobre a utilização da TA no âmbito escolar que atenderam às expectativas e necessidades do público alvo.
Os sujeitos alvos da investigação foram 31 alunos, entre 4 e 15 anos de idade, matriculados na Educação Infantil e no Ensino Fundamental. A metodologia aplicada para este trabalho foi: coleta de dados dos participantes por meio de entrevistas com as famílias, registro de fotos e filmagens das intervenções pedagógicas e anotações em diário de campo sobre as ações e resultados na aprendizagem de cada aluno após a utilização dos materiais adaptados da TA.