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CONCEPÇÃO SOBRE DEFICIÊNCIA: ANÁLISE DE ARTIGOS DA REVISTA BRASILEIRA DE EDUCAÇÃO ESPECIAL (2008-2013)

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Na Educação Especial há inúmeros termos que com o passar do tempo precisam ser revistos e atualizados. Esse processo de atualização também ocorre quando nos reportamos ao conceito e olhar de deficiência. O modelo de deficiência que tem predominado há séculos é o modelo médico, que com o passar dos anos estudiosos e pesquisadores, tentaram superar essa visão da deficiência ao introduzir e defender o modelo social e mais atualmente, o modelo educacional.
O presente estudo te por objetivo realizar um levantamento bibliográfico para saber se a produção de pesquisas voltadas ao público alvo da Educação Especial após a Política de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva de 2008 é adotado pelos pesquisadores a concepção médica ou educacional. Para tanto, a busca está sendo realizada através da Revista Brasileira de Educação Especial a partir das publicações de 2008 até 2013. A metodologia utilizada consistiu em identificar artigos que utilizassem a concepção Médico/Clínica e/ou Educacional.
Os resultados parciais obtidos demonstram que há uma predominância da concepção do modelo educacional, dessa forma indicando uma mudança de paradigmas, porém ainda existindo barreiras que limitam o aprendizado das pessoas com deficiência. Detectou-se importância de pesquisas voltadas para o atendimento educacional de pessoas com deficiência, além da importância de pesquisas relacionadas a este modelo que contribua para que os profissionais que trabalham na área de educação estejam mais capacitados para atender as necessidades do público alvo da Educação Especial.