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A CRIANÇA COM SÍNDROME DE DOWN NA EDUCAÇÃO INFANTIL: INCLUSÃO, ESCOLARIZAÇÃO PRÁTICAS PEDAGÓGICAS

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Trata-se de um estudo em andamento que tem como objetivo central Entender como vem se dando o processo de inclusão de uma criança com síndrome de Down no contexto de uma instituição federal de educação infantil.
Para o alcance dos objetivos propostos temos em mente desenvolver uma pesquisa qualitativa com foco no estudo de caso do tipo etnográfico. Como base teórica para análise dos dados usaremos autores que têm se debruçado sobre a teoria sócio-histórica, tendo em Vigotski nosso principal interlocutor. Além disso, dialogaremos com autores da área da educação especial/ educação inclusiva e educação infantil, por entendermos que tais estudos contribuem para entender os processos educacionais vivenciados pela criança com síndrome de Down na educação infantil.
De modo geral, a síndrome de Down pode ser caracterizada, como uma desordem genética, resultado de uma alteração genética numérica. Nas células humanas existem 46 cromossomos, que são divididos em 23 pares, mas no sujeito com síndrome de Down, devido a esta alteração, existem 47 cromossomos divididos em 23 pares, estando o cromossomo extra, ligado ao par 21. Essa alteração cromossômica traz uma série de particularidades que caracterizam a síndrome em questão.
A partir dos dados preliminares coletados pode-se afirmar que é necessário que os professores estejam preparados para receber esses alunos, pois a entrada da criança com síndrome de Down na educação infantil regular costuma trazer resultados muito positivos, sobretudo se a instituição estiver preparada para promover a inclusão.