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UMA ALTERNATIVA PARA O AJUSTE DE EQUAÇÕES VOLUMÉTRICAS EM FLORESTAS TROPICAIS MADURAS DA AMAZÔNIA CENTRAL

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O manejo florestal é considerado umas das principais alternativas do uso da terra para a contenção do desmatamento, especialmente na Amazônia. O planejamento adequado e garantia da sustentabilidade inicia pela estimativa de estoques, por meio de aplicação de equações volumétricas. Estas podem ser ajustadas pelo método destrutivo ou por meio da amostragem de árvores caídas naturalmente. No entanto, o setor produtivo ainda resiste a este método, questionando sua representatividade. O presente trabalho teve como objetivo avaliar se a amostragem de árvores caídas representa a floresta em pé. Para isso, foram considerados duas localidades distintas no Amazonas: Manaus (ZF2) e São Gabriel da Cachoeira (SGC). Em ambas, foi realizada a cubagem rigorosa de árvores abatidas e caídas naturalmente. Para cada método foi testado o modelo linear de Husch por apresentar resultados satisfatórios em outros estudos. A equação de volume foi aplicada em arquivo de inventário florestal e comparado as médias geradas por meio da Análise de Variância (Anova). Os resultados da Anova apresentaram fracas evidências para rejeitar a hipótese nula em ambas localidades amostradas (p > 0,05 em ZF2; p > 0,7 em SGC). Os ajustes, de todos os arquivos gerados, apresentaram estatísticas aceitáveis (R2aj. > 0,8 e Syx% < 10%).