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RESISTÊNCIA BIOLÓGICA DAS MADEIRAS DE Pinus caribaea e Eucalyptus saligna SUBMETIDAS À TERMORRETIFICAÇÃO

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Este trabalho teve por objetivo avaliar madeiras de Pinus caribaea e Eucalyptus saligna termorretificadas em diferentes temperaturas quanto à sua resistência ao ataque de fungos e cupins de madeira seca. Para isso foram abatidos vinte indivíduos de cada espécie onde, a partir das toras, confeccionaram-se os corpos de provas para os ensaios. O processo de termorretificação foi realizado para cada espécie em estufa elétrica saturada em nitrogênio, partindo da temperatura de 100 °C, até atingir cada uma das temperaturas finais de termorretificação (120 °C, 140 °C, 160 °C e 180 °C). Foram realizados ensaios de resistência à fungos de podridão branca, podridão parda, podridão mole e resistência à cupins de madeira seca. Os melhores resultados de resistência ao apodrecimento da madeira de Pinus caribaea para as termorretificações foram as conduzidas sob temperaturas de 160 °C e 180 °C. A madeira de Eucalyptus saligna apresentou aumento à resistência aos fungos apodrecedores a medida que se elevou a temperatura de termorretificação. Não foram observadas acréscimo de resistência ao ataque de cupins nas madeiras das espécies avaliadas.