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A durabilidade natural da madeira é um dos fatores que determinam o seu uso, sendo necessário o tratamento preservativo para madeiras que apresentam baixa durabilidade, quando em contato com o solo ou água. Portanto, este trabalho tem por objetivo comparar a durabilidade da madeira de Tectona grandis não tratada e tratada em autoclave com arseniato de cobre cromatado (CCA) por meio de ensaios de deterioração em campo. Realizou-se o tratamento preservativo com CCA, determinou-se a massa inicial, para posterior avaliação da perda de massa. Em seguida, foram enterrados 30 toretes em campo de apodrecimento, sendo 15 sem tratamento e 15 toretes tratados. As madeiras foram desenterradas e avaliadas com intervalos de quatro meses. Analisou-se o índice de deterioração (ID) e a perda de massa das madeiras. As madeiras tratadas apresentaram perda de massa de 3,09% e ID de 100, valores determinados ao longo de 240 dias de experimento. As madeiras não tratadas apresentaram perda de massa de 6,15% e ID de 76,64. Após o ensaio de campo, os toretes tratados encontravam-se sadios, enquanto os toretes sem o tratamento encontravam-se atacados por cupins e fungos. O emprego do tratamento com CCA foi eficiente para garantir resistência a deterioração dos toretes de Tectona grandis durante o período de tempo em contato com o solo.