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DISTRIBUIÇÃO LONGITUDINAL DO CERNE EM ÁRVORES CLONAIS E SEMINAIS DE TECA

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Este trabalho teve como objetivo analisar a variação longitudinal da porcentagem de cerne ao longo do fuste de teca. Foram utilizados seis materiais genéticos, cinco de origem clonal e um de origem seminal. As 30 árvores analisadas possuíam 8 anos de idade e encontravam-se plantadas no Município de Figueirópolis D’Oeste, em Mato Grosso. As árvores foram seccionadas em toras com 2,2 metros de comprimento e, para esse estudo, utilizou-se as três primeiras toras a partir da base de cada árvore. Das extremidades das toras foram retiradas fatias nas quais foi medida a espessura dos tecidos de cerne e alburno e estimadas as respectivas áreas e percentual. O percentual de cerne nas toras é decrescente no sentido longitudinal, independentemente do material de origem de teca. Os materiais de maior produtividade em área basal apresentam também maiores percentuais de cerne.