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O objetivo foi avaliar a influencia das clases visuais de defeitos, conforme o Anexo G do PNBR 7190 (2006), na elasticidade das lâminas de Cryptomeria japonica e Cupressus lusitanica para uso em Madeira Laminada Colada. Foram classificadas 112 lâminas de C. japonica (1,5 x 6 x 222cm) e 154 lâminas de C. lusitanica (1,6 x 7 x 190cm). A determinação do Módulo de Elasticidade - MOE foi pelo ensaio de flexão a três pontos, com as lâminas posicionadas no sentido de menor inércia. Os deslocamento foram mensurados manualmente com o auxílio de um peso e uma régua graduada posicionada no vão central da lâmina. Os resultados de MOE e de classificação visual foram avaliados pelo teste de Grubbs, normalidade, homogeneidade e Tukey com 5% de significância. A espécie C. japonica não apresentou diferenças significativas entre as classes visual e MOE No C. lusitanica houve diferença significativa, indicando que as classes S3 e Não Estrutural possuem menor MOE em relação às classes SE, S1 e S2. Conclui-se que a utilização da classificação visual pode auxiliar na composição das lâminas em elementos estruturais de MLC, uma vez que pode haver relação com MOE.