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RETRATIBILIDADE DA MADEIRA DAS ESPÉCIES FLORESTAIS Inga alba (Sw.) Willd. E Protium tenuifolium Engl.

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Considerando como princípio a caracterização tecnológica da madeira como base cientifica para classificar a qualidade da matéria-prima, o presente trabalho objetivou analisar a instabilidade dimensional da madeira das espécies Inga alba (Sw.) Willd., e Protium tenuifolium Engl. As espécies são provenientes da Estação Experimental de Silvicultura Tropical de propriedade do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia-INPA. As árvores selecionadas foram derrubadas e desdobradas em toras, retirados discos de 5 cm de espessura. Os discos foram encaminhados a oficina do LEAM/INPA para confecção dos corpos de prova, nas dimensões 2,0x2,0x3,0 cm. Cada corpo de prova foi mensurado na condição de umidade verde nas direções longitudinal, tangencial e radial com auxílio de um paquímetro digital nos pontos previamente marcados. Após, as amostras foram submetidas a estufa para secagem, com temperatura constante de ±103°C, para obtenção da massa e determinação da contração volumétrica, e contração nos planos radial e tangencial. A determinação foi de acordo com as recomendações da MB26 da ABNT (1940). Os resultados obtidos deste trabalho permitem concluir que as espécies apontaram uma tendência significativa de variação da retratilidade no sentido medula-casca; os valores no sentido tangencial foram maiores; os valores médios do coeficiente anisotrópico foram satisfatórios, evidenciando madeiras estáveis para usos diversos.