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ESTABILIDADE TÉRMICA DE PAINÉIS AGLOMERADOS PRODUZIDOS COM BAGAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR E MADEIRA DE PINUS SPP

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1. INTRODUÇÃO

Atualmente, a indústria brasileira de painéis utiliza predominantemente madeiras dos gêneros Pinus e Eucalyptus. Contudo, Mendes et al. (2012) afirmaram que tem ocorrido um aumento da demanda por matéria-prima devido ao crescimento apresentado pelo setor, em função de fatores como: a modernização do parque fabril; o surgimento de novos produtos, como o OSB, MDF e aglomerado/MDP e; pelo crescimento da construção civil e do setor de móveis.
Dessa forma, o bagaço de cana-de-açúcar apresenta-se como alternativa viável para a produção de painéis particulados ou de fibras (BELINI et al., 2010; MENDES et al., 2012), pois permite a correta destinação dos resíduos das usinas produtoras de açúcar e etanol. Contudo, deve-se analisar o efeito da associação de bagaço de cana com a madeira nas propriedades dos painéis. Elevadas quantidades de bagaço de cana podem afetar a estabilidade térmica desses produtos e a sua resistência a situações de intensa exposição ao calor.
Diante do exposto, o objetivo deste trabalho foi avaliar a estabilidade térmica de painéis aglomerados produzidos com bagaço de cana-de-açúcar e madeira de Pinus spp.