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Adaptação curricular e a pessoa com paralisia cerebral: práticas pedagógicas inclusivas

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Aproximadamente 24,5 milhões de pessoas, ou 14,5% da população total, apresenta algum tipo de incapacidade ou deficiência. Destes, 4,1% estão relacionados à deficiência física. Questiona-se no presente trabalho: como incluir o aluno com paralisia cerebral no contexto regular de ensino? De forma a responder esta questão, o trabalho objetiva apresentar práticas bem-sucedidas na inclusão de um aluno com paralisia cerebral, matriculado no primeiro ano da rede estadual de ensino. O estudo justifica-se pela importância de que este aluno se sinta parte do contexto educacional, promovendo as adaptações necessárias visando atender suas necessidades educacionais especiais. As adaptações envolveram os materiais do Programa Ler e Escrever, assim como o Projeto EMAI. Foram construídos materiais como o alfabeto imantado, utilizados alfabetos móveis e o computador. Como resultado verificou-se que o aluno iniciou na hipótese pré-silábica de escrita, passou pela silábica com valor sonoro e agora se encontra na hipótese silábico-alfabética.