ASSOCIAÇÃO DA DURAÇÃO DE SONO COM O CONSUMO DE ALIMENTOS IN NATURA OU MINIMAMENTE PROCESSADOS, PROCESSADOS E ULTRAPROCESSADOS EM ADOLESCENTES

Vol 2, 2022 - 160247
Relato de Pesquisa
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Resumo

Na adolescência ocorrem grandes mudanças no consumo alimentar, como a redução do consumo de alimentos in natura ou minimamente processados e o aumento do consumo de alimentos ultraprocessados. Assim, os hábitos alimentares podem influenciar a duração de sono e, consequentemente, afetar a qualidade de vida dos jovens.

Objetivos

Estimar a associação do consumo de alimentos in natura ou minimamente processados, processados e ultraprocessados com a duração do sono em adolescentes

Metodologia

Estudo transversal que incluiu 964 adolescentes (18 a 19 anos) da Coorte de nascimentos de 1997/1998 de São Luís, Maranhão. O consumo alimentar foi avaliado por meio do questionário de frequência alimentar (QFA) e estratificado com base na classificação NOVA. A duração de sono foi verificada por meio de acelerometria, em horas. Foram realizadas análises descritivas para todas as variáveis e, em seguida, regressão linear com estimativa dos coeficientes de regressão brutos e ajustados.

Resultados

Dos 964 indivíduos avaliados, 52,0% eram do sexo feminino. A duração média de sono foi de 6 horas (±0,95). Nas análises brutas e ajustadas, foram observadas a ausência de associação entre o consumo de alimentos segundo o grau de processamento e a duração de sono em adolescentes.

Conclusões/Considerações

O presente estudo demostrou que não houve associação entre o consumo de alimentos in natura ou minimamente processado, processados e ultraprocessados com a duração de sono.

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Eixo Temático
  • Eixo 01 - Relações saúde, ambiente e sociedade